O seguinte tipo de argumento é bastante comum em debates: alguém afirma que concorda com determinada posição, mas argumenta que ela não deveria ser defendida alegando que fazê-lo seria inútil ou até mesmo contraproducente.
Como avaliar se a preocupação é realmente essa ou se a pessoa não concorda com o que foi proposto, mas fala isso para tentar fazer o interlocutor desistir de defender a ideia em questão?
E quanto à alegação de que uma ideia não deveria ser defendida porque fazê-lo seria inútil ou contraproducente? De quem é o ônus da prova? O que teria de ser feito para cumprir esse ônus?
O texto a seguir explora essas questões em 7 contextos diferentes em debates sobre ética animal:
O seguinte tipo de argumento é bastante comum em debates: alguém afirma que concorda com determinada posição, mas argumenta que ela não deveria ser defendida alegando que fazê-lo seria inútil ou até mesmo contraproducente.
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E quanto à alegação de que uma ideia não deveria ser defendida porque fazê-lo seria inútil ou contraproducente? De quem é o ônus da prova? O que teria de ser feito para cumprir esse ônus?
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